Taxonomia em código aberto destaca soluções on-line para competências e habilidades

Consultoria internacional mapeia plataformas e aplicativos que favorecem a aprendizagem de competências e habilidades

Com o objetivo de conectar o mundo com a tecnologia e impulsionar o crescimento e a inovação na educação, a empresa HolonIQ, de inteligência de mercado educacional, lançou a plataforma “Global Learning Landscape”, que traz um mapeamento de soluções, plataformas e aplicativos on-line que oferecem diversos tipos de aprendizado. A taxonomia utilizada está disponívem em Creative Commons Atribuição.

A plataforma mostra categorias e habilidades de inovação na educação. Dentre elas, destaca-se a “Experimentando o Aprendizado”, algo que pouco se usa na escola. Um dos aspectos, por exemplo, é usar realidade virtual e aumentada para engajar o aprendizado; outros envolvem usar a prática de robótica para ter noção de automação, aplicativos de aprendizagem e também o ensino de programação. Todas as habilidades dessa categoria, muito presentes no mercado de trabalho, são pouco utilizadas nas escolas.

Vale destacar também a categoria “Educação Internacional”, também bastante fraca nos currículos das escolas, pois o aprendizado de idiomas, principalmente o inglês, precisa ser melhorado. Suas habilidades contam com propostas de inovação no ensino e novas formas de avaliação do trabalho com idiomas.

Algumas habilidades destacadas na plataforma até aparecem na escola, como  “Recursos de Professores” da categoria “Apoio de aprendizado”. Muitas vezes, os professores e os alunos têm acesso a conteúdos on-line para facilitar o trabalho pedagógico e os estudos, disponíveis especialmente para quem perdeu aula. Existem também habilidades para oferecer aprendizagem e oportunidade de estágios, na categoria “Empregos e Habilidades”, uma vez que as vagas de estágios estão cada vez mais concorridas e esse programa mostra novas oportunidades para que mais alunos possam se preparar para o trabalho.

A plataforma aborda muitos outros assuntos em várias categorias. Para saber mais acesse o site do “Global Learning Landscape”.

Jornada Pilares do Futuro: Proteção de Dados

Tema cada vez mais evidenciado na sociedade hoje, educar para a cidadania digital também envolve alfabetização em dados 

"Dados são o ativo mais valioso na economia planetária hoje. Não há justificativa para que sistemas de ensino dispensem licitação em parcerias ditas 'gratuitas'. É preciso transparência nos contratos"
Flávia Lefèvre Guimarães
Intervozes
"É fundamental ficar claro que dados vão muito além dos dados pessoais. O discurso das grandes plataformas vai na linha da anonimização, mas existe uma massa de dados de comportamento e de navegação que estão treinando a inteligência artificial de empresas internacionais"
Alex Meusburger
Educador
"Nas formações de docentes, apresentamos as temáticas do software livre, do código aberto para que eles saibam que existem outros caminhos; na verdade não deveriam ser considerados alternativas, mas sim a principal escolha"
João Ras
Educador
"Os termos de uso das plataformas repassam toda a responsabilidade em relação aos dados para as escola, como por exemplo: são elas que devem verificar se há conformidade com a lei brasileira, elas que precisam pedir consentimento dos pais."
Marina meira
Instituto Alana

Entrevista – Raquel Franzim

Este é o 9º post da série de mini-entrevistas com especialistas e
estudantes convidados que vão apresentar seu ponto de vista para perguntas-chave sobre educar em cidadania digital, tema do nosso novo projeto, a plataforma colaborativa Pilares do Futuro

Educadora, com experiência em ensino público, educação para bebês e crianças pequenas e formação de docentes e gestores. Desde 2015 atua no Instituto Alana, onde atualmente coordena a área de educação. É uma das organizadoras das publicações ‘Protagonismo – a potência de ação da comunidade escolar’, ‘O ser e o agir transformador – para mudar a conversa sobre educação’ e ‘Criatividade – mudar a educação, transformar o mundo’. Assina o argumento da série produzida pela Maria Farinha Filmes ‘Corações e mentes, escolas que transformam’. É professora da Pós-Graduação ‘A vez e a voz das crianças: escutas antropológicas e poéticas das infâncias’ na Casa Tombada.

Como você definiria a importância de educar para a cidadania digital atualmente?
Aprender a participar de forma cidadã dentro e fora da internet é imprescindível para lidar com os desafios do século XXI. A educação para a cidadania se estende ao ambiente digital. Não faz mais sentido separarmos o exercício da cidadania de espaços conectados ou não conectados, da vida off-line. Vimos com a pandemia da Covid-19 o quanto o exercício dos direitos civis foram mediados por ferramentas de informação e comunicação e quanto é excludente a falta de acesso à internet e a falta de habilidades necessárias para transitar no mundo digital de forma segura, ética e responsável.
Uma educação pública de qualidade para todos tem que educar estudantes para viver e usufruir das oportunidades do seu tempo. E o tempo atual é marcado pelas tecnologias digitais. Então, a tecnologia e o como usá-la de forma significativa e positiva precisa ser incorporada às práticas pedagógicas da escola. Precisamos conectar a escola de forma qualificada à cultura digital que permeia a vida dos estudantes e professores para construir realmente uma educação com equidade e contemporânea à vida das crianças, jovens e todos os estudantes.

Quais os temas você considera prioritários de serem trabalhados pela escola?
As ameaças no ambiente digital são muitas assim como aquelas dos diferente espaços sociais que transitamos.
É comum o ensino relacionado à cidadania digital  a partir de uma abordagem nos danos que crianças e adolescentes possam sofrer na experiência de navegar pela internet de forma descuidada ou sem orientação.
No entanto, questões específicas de exposição à violências no mundo online refletem os problemas sociais que precisam ser tratados também no mundo offline. E o importante é que os professores convidem os estudantes a refletirem criticamente sobre esses problemas a partir de suas próprias visões e experiências, sendo protagonistas tanto na sua leitura quanto na sua resolução.
Um bom caminho para prevenir situações de violência e promover uma relação ética tanto com o mundo analógico quanto digital não se dá com apenas uma ação. Precisa ser um conjunto articulado e intencional, em toda a educação básica que envolve desde a capacidade de ler o mundo de forma crítica, de desenvolver autoconhecimento e autocuidado até o de aprender a identificar situações de vulnerabilidade, de fazer boas escolhas, de gerenciar as situações de risco de forma ética para evitar o dano. Também quando pensamos no desenvolvimento socioemocional dos estudantes o ambiente digital é repleto de oportunidades de aprendizagem sobre reconhecer necessidade de si e do outro, ter empatia, relacionamento social baseado no respeito incondicional, liberdade, autonomia, colaboração, acolhimento e valorização da diversidade. Ou seja, estamos falando de uma educação em uma perspectiva de direitos humanos mediadas pelas tecnologias.

 

Gostaria de recomendar algum material ou publicação de orientação que pode inspirar a elaboração de boas práticas?
Recentemente, o Instituto Alana produziu uma série de conversas online sobre Ser criança no mundo digital com o apoio do Nic.br, Safernet Brasil e Portal Lunetas. Duas das conversas trazem a educação, a participação e a cidadania digital para o centro do debate. Vale conferir.

 
 
Conhece alguma boa prática em cidadania digital que poderia relatar brevemente?
Vou aqui dar um exemplo que elucida o protagonismo dos estudantes na utilização de plataformas digitais como forma de expressão, promoção de causas e projetos de impacto social. Estudantes dos 7º e 8º anos do Ensino Fundamental do Colégio Municipal Professora Didi Andrade, em Itabira (MG), não se sentiam ouvidos ou atendidos em suas necessidades e angústias para expressar suas opiniões e denunciar com segurança práticas de violências e preconceitos, tanto dentro como fora das salas de aula.  
Para dar visibilidade para temas como racismo, abuso, violência doméstica e machismo, a turma planejou, com o apoio de professores e da gestão escolar, uma maneira criativa e respeitosa de divulgar essas histórias: promoveram rodas de conversa, construíram histórias a partir dos depoimentos, que foram dados de forma anônima, e interpretaram o roteiro em vídeos compartilhados em um canal de YouTube.
As primeiras sessões foram exibidas apenas no ambiente escolar, durante as aulas, como forma de trazer novas reflexões, incentivar a solidariedade, a empatia e abrir um canal para o diálogo. Depois os vídeos ficaram abertos. Os alunos envolvidos no projeto relatam que tiveram com esse projeto a experiência de sentirem a potência de sua voz porque ao gravar um vídeo para o mundo, estão contribuindo para combater preconceitos e violências que os afetam.
 
 
O que você considera mais desafiante: elaborar uma atividade educativa sobre cidadania digital ou registrar e compartilhar a atividade?  
Os desafios estão nas duas. São complementares, não podemos separar. O registro das práticas educativas é muito importante para criar uma memória das boas práticas e contribuir para sua sustentabilidade e como também para inspirar outros professores e professoras. Nada mais formativo do que um colega contando dos desafios e das possibilidades para outros colegas.

 

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Este é o 8º post da série de mini-entrevistas com especialistas e
estudantes convidados que vão apresentar seu ponto de vista para perguntas-chave sobre educar em cidadania digital, tema do nosso novo projeto, a plataforma colaborativa Pilares do Futuro

Professor do programa de pós-graduação lato sensu e líder de projetos e pesquisador do Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação da FGV DIREITO SP. Doutor e mestre em Direito Constitucional pela Universidade de São Paulo. Bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo. É colaborador da Sociedade Brasileira de Direito Público desde 2011, onde coordenou a Escola de Formação Pública (2017). Foi professor de Filosofia do Direito da Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (2017-2018). Membro do comitê curador da plataforma Pilares do Futuro

Como você definiria a importância de educar para a cidadania digital atualmente?

Há um tempo houve uma moda de programas de sobrevivência. A pessoa era largada em florestas, desertos, ilhas e tinha que sobreviver. Imagine entrar num ambiente que pode ser perigoso, mas sem nenhum preparo, contando só com a sorte de que nada aconteça com você. As tecnologias podem ser isso. Para mim, uma primeira importância da educação para cidadania digital é preparar as pessoas para não serem prejudicadas pela tecnologia, ainda que elas mesmas não a usem.

Mas essas tecnologias não são apenas fonte de riscos. Elas também criam oportunidades e fortalecem laços entre as pessoas. A segunda importância, e talvez a mais relevante, é formar pessoas capazes de desenvolver-se e exercer a sua cidadania nos ambientes digitais e por meio de instrumentos digitais. E cidadania não é somente o conjunto de direitos que nós temos (direito à imagem, direito à saúde, etc.), mas também o conjunto de deveres que temos perante ao próximo e à sociedade. É por isso que não podemos apenas enfatizar o direito à informação de qualidade, mas devemos ressaltar nosso dever de não causar desinformação e pânico.

Quais os temas você considera prioritários de serem trabalhados pela escola?

Tecnologias digitais não são apenas tecnologias de informação e comunicação e não se resumem à internet. Acho essa a primeira ideia fundamental. A escola deve ser capaz de formar as pessoas para entenderem como o “digital” as afeta nas mais variadas esferas da vida, ainda que não diretamente. Por exemplo: o que significa estar numa escola com câmeras de reconhecimento facial? Ainda que não seja Internet, é algo que afeta a dinâmica daquele lugar.

Mas se enfocarmos apenas a Internet, existe uma ideia de “escada de participação online” de crianças e adolescentes. São estatísticas que mostram que, de acordo com a idade, as pessoas fazem mais ou menos atividades específicas nas redes. No Brasil, a pesquisa TIC Kids Online, do Cetic.br, dá uma ideia dessas atividades. Para mim, a formação deveria acompanhar essas informações aplicadas ao contexto social de crianças e adolescentes da escola específica.

Em síntese: 58% de crianças de 9 a 10 anos já baixaram aplicativos na internet. As escolas têm que conscientizá-las desde antes sobre o que significa “baixar um aplicativo” e trabalhar questões como “compras em jogos”, interação com pessoas desconhecidas em jogos e aplicativos, além de questões de saúde que acompanham essas atividades e são relevantes. Apenas para ficar com alguns exemplos.

Gostaria de recomendar algum material ou publicação de orientação que pode inspirar a elaboração de boas práticas?

Tive a oportunidade de liderar um projeto no Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação da FGV Direito SP (CEPI FGV Direito SP), em parceria com o NIC.br, para elaboração de 16 cursos de formação em temas de direitos humanos digitais. São vários temas, que cobrem desde cyberbullying e intimidade, até termos de uso e proteção de dados. O projeto foi coordenado pela Marina Feferbaum e pela Kelli Angelini e os cursos estão disponíveis neste link.

Além disso, fizemos um conjunto de webinars em que muito conteúdo bom foi indicado. A compilação pode ser encontrada em dois textos que fizemos:

O que aprendemos sobre jovens e Internet? (Parte 1) – O que aprendemos sobre jovens e Internet? (Parte 2


Conhece alguma boa prática em cidadania digital que poderia relatar brevemente?

Durante nossas conversas com colégios tivemos a oportunidade de conhecer um grupo de trabalho interinstitucional, composto por membros de equipes de tecnologia de diferentes escolas, que se reuniam para discutir vários temas, casos concretos e outras questões. O nome era TE & TI Partners, tocado pela Grace Kelly, do Colégio Miguel de Cervantes. Eu considero a criação de uma rede de profissionais de diferentes escolas uma iniciativa muito boa para trocas e experiências.

Além disso, eu não poderia deixar de mencionar as atividades realizadas no Dia da Internet Segura, organizado principalmente pela SaferNet Brasil. É um conjunto inspirador de dinâmicas e atividades conduzidas por diferentes atores no mês de fevereiro. Tem vídeos, materiais didáticos, sugestões de dinâmicas. Dá para se ter uma ideia pelo seguinte link


O que você considera mais desafiante: elaborar uma atividade educativa sobre cidadania digital ou registrar e compartilhar a atividade?

Cada uma dessas atividades têm desafios e dinâmicas específicas. Elaborar uma atividade educativa é sempre um desafio, especialmente porque a gente prepara a atividade pensando numa tecnologia (por exemplo, Facebook), apenas para descobrir que os estudantes estão usando outra, com uma linguagem e uma dinâmica completamente diferente (por exemplo, TikTok). Por causa desses choques e da enorme quantidade de situações específicas que podem aparecer na relação com as tecnologias digitais, costumo recomendar que todas as atividades procurem partir do que os estudantes fazem e vivenciam. O papel da professora ou do professor nessa situação é tentar conectar as várias situações, contribuindo para que os estudantes criem uma reflexão crítica sobre a sua posição na Internet e a sua relação com as tecnologias.

Já o registro e o compartilhamento das atividades tem desafios administrativos, de gerenciamento de tempo e organização, e um obstáculo de difusão. Os incentivos para escrever e compartilhar a atividade seguem a probabilidade de que essa atividade seja lida por outras pessoas, certo? Então, é extremamente importante que o compartilhamento das atividades seja acompanhado por uma efetiva divulgação e troca de experiências. Acho que aqui é muito importante a existência de pessoas inovadoras nas escolas, docentes e até mesmo pais que possam levar esses materiais para a comunidade escolar, divulgando e estimulando a adoção.

Acho que aqui está o grande mérito da Pilares do Futuro como plataforma acessível para pessoas de vários lugares do País. Como parte do Comitê Curador, imagino que o meu papel é contribuir para que esses registros estejam claros e fáceis para que outras pessoas possam compreendê-los e aplicá-los. Na verdade, é quase como se a gente estivesse aqui oferecendo sugestões para que os chefes de cozinha (nossos professores autores) detalhassem ao máximo suas receitas para que outras pessoas pudessem tentá-las em casa. Pode dar super certo, mas pode dar super errado também. Mas o importante é que, depois de entender como fazer, fica mais fácil aplicar e aplicar novamente.

 

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Jornada Pilares do Futuro: formação de professores

Seja na formação inicial como na continuada, o tema da cidadania digital na vida pessoal e profissional precisa ser foco da docência 

"A formação do professor mediador em cidadania digital começa muito antes da formação universitária, começa na dimensão pessoal, na relação do próprio docente com as tecnologias digitais."
Monica Fantin
UFSC
"Com tantos materiais de apoio disponíveis sobre temáticas de cidadania digital, por que ainda é tão raro vermos práticas efetivas em sala de aula? Precisamos compreender os diferentes contextos."
Guilherme Klafke
FGV-SP
"Com a interrupção das aulas presenciais em março, o MEC português e a Televisão Pública inauguraram um programa de TV para resolver o problema de crianças acessarem plataformas de mídias sociais, pois a lei de proteção de dados exigia o consentimento formal dos pais."
Tito de Morais
Miúdos Seguros na Net - Portugal
"A formação docente precisa incorporar uma atitude cidadã que vai além de uma aula sobre cidadania digital e essa atitude precisa estar presente no trabalho desenvolvido com os estudantes na escola"
Graça Moreira
PUC-SP

Jornada Pilares do Futuro: alfabetização midiática

Primeira LIVE destacou o tema da alfabetização midiática. Saiba mais e acesse a gravação

"Nosso desejo é fazer com que nós estudantes possamos ser mais protagonistas, produzindo e compartilhando conhecimento, de preferência de forma colaborativa"
Júlia Fernandes
Estudante
"São três os aspectos fundamentais na alfabetização midiática: ética digital, leitura do mundo intermediada pelos veículos de comunicação e a possibilidade de expressão do jovem por meio das mídias"
Alexandre Le Voci Sayad
Jornalista
"A alfabetização midiática é um campo interdisciplinar e transversal ao currículo, pois o que não falta é recursos e assuntos da mídia"
Verônica Cannata
Educadora
"Não é correto dizer que temos que 'dar voz' às pessoas, pois elas já têm, o que precisamos fazer é potencializar essas vozes, oferecendo caminhos e possibilidades, especialmente para quem vem de diferentes realidades"
Jéssica Botelho
Centro Popular do Audiovisual