Oficinas de DT no mês de abril

Design Thinking no projeto Conviver da UFPR


Realizado pelo grupo de pesquisa Interagir, do Programa de Pós-Graduação em Educação, que estuda questões relacionadas ao bullying, o projeto Conviver foi selecionado pelo Ministério da Educação para a formação de profissionais da educação básica voltada para a educação em direitos humanos e diversidade. Participam do projeto 114 escolas municipais e estaduais de Curitiba.

Dia 10 de abril, a equipe responsável pelo projeto Conviver da Universidade Federal do Paraná participou da formação presencial para uso da abordagem a partir do material de apoio e caderno de atividades.

Design Thinking, Educação e Futuros Emergentes em Curitiba

Uma mansão tombada no bairro Batel, em Curitiba, hoje uma das sedes do Centro Europeu, escola de idiomas e cursos livres de moda, designe música, foi o cenário para a oficina que ocorreu no dia 28 de abril, Dia da Educação. No grupo, além de professores, também estiveram gestores do Ministério Público responsáveis por educação corporativa, diversidade e heterogeneidade que sempre enriquece os encontros. Dentre os protótipos apresentados, um modelo de prática a partir do RPG para os inícios letivos em que todos chegam e se apresentam a partir de uma representação simbólica, um sistema de incentivo à leitura a partir do uso de aparelhos digitais e um canal de vídeos na web temático para apoiar os estudantes nos estudos e desenvolvimento de atividades.


Oficina básica no Rio – edição 5

Um grupo só de mulheres, profissionais da educação — de redes públicas e instituições privadas — esteve presente na oficina do dia 28 de abril, conduzida pela facilitadora associada Graça Mendes, que ocorreu no HVNO Cowrking, na Tijuca. Como faz em todas as suas oficinas, Graça propôs uma reflexão a partir da chamada “quem sou eu para educar?” e aproveitou e mostrou a todas o novo livro, Design Thinking e a Ritualização de Boas Práticas Educativas.

“Era um dos meus sonhos facilitar DT, falei inclusive que estava realizando um dos meus projetos”, pontuou Graça.


Estreia: #cursolaDT Formação de Facilitadores em espanhol

Pela primeira vez, o curso laboratório on-line de formação de facilitadores em Design Thinking para Educadores está sendo oferecido, desde o dia 24 de abril, no idioma espanhol. Participantes do Uruguai, Espanha, Argentina e Cuba estão tendo a oportunidade de conhecer a metodologia EAD do Instituto Educadigital e trocar conhecimentos e saberes sobre qualidade na educação. A moderação do curso está sendo feita por Sandra Mendez, facilitadora associada do Chuí/RS e pela diretora do Educadigital, Priscila Gonsales.

Estudo inédito analisa a relação entre inovação aberta e educação

Publicação foi lançada em São Paulo durante o 1º Encontro Brasileiro de Governo Aberto


Como criar novos modelos de negócio mais coerentes com a cultura digital, com licenças autorais flexíveis, em prol de uma economia do bem comum? Com esse desafio em mãos, Débora Sebriam e Priscila Gonsales, do Educadigital, mergulharam em intensa pesquisa e levantamento de informações durante dois meses e meio, além de realizar entrevistas com especialistas e entidades envolvidas com o tema no Brasil e em outros países. Inovação aberta é um conceito que surgiu nos anos 2000 e é bastante conhecido em alguns setores de negócios, pois envolve um processo de combinar ideias internas e externas para gerar inovação. Trata-se de uma nova forma de operar que rompe com a estrutura tradicional dos departamentos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) das empresas que controlavam informações e ideias.

A inovação aberta envolve cocriação, colaboração e, ainda, mais flexibilização com a questão das patentes e dos direitos autorais, à medida que a empresa pode disponibilizar ao público ou a outras empresas algo que não seja tão importante para o seu negócio principal. Henry Chesbrough, professor da Universidade da Califórnia em Berkeley, precursor do conceito e autor de livros sobre o tema, foi entrevistado no estudo.

Mas o que inovação aberta tem a ver com educação aberta? Bastante coisa. Primeiramente, pela semelhança de concepção que ressalta um modelo mais distribuído, compartilhado e acessível. Depois, pela ideia de flexibilidade em relação à propriedade intelectual ao mesmo tempo que oferece serviços de valor agregado que garantem a sustentabilidade do negócio ou empreendimento.

“Elaborar esse estudo era um sonho antigo, pois sempre soubemos que precisávamos estreitar o diálogo com editoras de livros didáticos e empresas que comercializam produtos educacionais, para mostrar que educação aberta e recursos educacionais abertos são, na verdade, uma oportunidade e não uma ameaça”, ressalta Priscila. “Estamos diante de um contexto de mudanças constantes nas práticas sociais e a educação precisa se abrir para essa reflexão”, complementa Débora. O projeto contou, ainda, com o trabalho da pesquisadora Viviane Vladimischi na realização das entrevistas.


A parceria entre Educadigital e o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB) surgiu em meados de 2016, no grupo de trabalho da sociedade civil para a construção do Plano de Ação para Recursos Educacionais Digitais da Parceria Governo Aberto do Brasil (OGP-Brasil).

Lançado dia 29 de novembro durante o 1º Encontro Brasileiro de Governo Aberto, o estudo está disponível para download e leitura online em um site especialmente criado para o projeto que reúne ainda uma série de materiais utilizados na pesquisa, além de uma curadoria de vídeos sobre o tema: www.educadigital.org.br/estudocieb